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O técnico do Palmeiras esteve presente no programa Jogo Aberto desta terça-feira e fez uma revelação surpreendente.

No segundo tempo da partida contra o Novorizontino, o Palmeiras já vencia por 2 a 1, mas jogava melhor naquele momento e era importante aumentar a vantagem em se tratando de mata-mata.

Eduardo Baptista precisava colocar um jogador de lado pra aumentar sua investida naquele setor e estava na dúvida se tiraria Roger Guedes ou Borja. Guedes não estava conseguindo fazer a cobertura pelo lado direito e o colombiano já tinha um cartão e poderia ser expulso. Quando o treinador chamou Érik para fazer a função de extrema (ponta), Roger Guedes chegou na beira do campo e aconteceu o seguinte diálogo:

– professor, sou eu que vou sair?
– Sim, é, respondeu Eduardo.
– Eu tô me sentindo bem, rebateu o jogador.

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Na mesma hora, Eduardo avistou Borja cansado e resolveu modificar a alteração. Ainda disse para Roger Guedes:

– Quando o Érik partir pela direita, não espera ele fazer o cruzamento, centraliza na hora como 9. Você vai jogar como 9.

E assim saiu o terceiro gol do Verdão. O episódio mostra também a liberdade que os jogadores têm com o comandante, além da capacidade de entendimento de uma situação pensando no melhor para o time. Aos poucos, Eduardo Baptista vai se afirmando e substituindo a desconfiança que havia no seu trabalho.